quarta-feira, 1 de julho de 2015

CARRO - USO DO CINTO DE SEGURANÇA NO BANCO TRASEIRO


     Embora o uso do cinto de segurança no carro seja previsto por lei, muitos passageiros e motoristas não dão a devida importância a esse equipamento. Em se tratando dos dispositivos do banco de trás do carro, o problema é ainda maior. Muita gente pensa que não é preciso usar o cinto de segurança na parte traseira porque não há riscos em casos de acidente. Mas esse é um erro grave. O dispositivo serve para proteger a vida dos ocupantes do veículo. Em caso de colisão, o cinto de segurança traseiro impede que o corpo dos passageiros seja projetado para frente, causando impacto sobre o motorista do automóvel e/ou sobre o carona.
     Vale enfatizar que o uso desse dispositivo é obrigatório tanto para ocupantes dos bancos dianteiros quanto para quem está atrás. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, a falta de uso do mesmo é infração grave sujeita à multa de R$ 127,69 e perda de cinco pontos na carteira de habilitação. Conforme o Artigo 65 do texto, a utilização do cinto de segurança para o condutor e os passageiros é obrigatória em todas as vias do território nacional.
     Maria Helena Gusso Mattos, coordenadora de Educação para o Trânsito do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran/PR), diz que o dispositivo, mesmo que desconfortável para algumas pessoas, deve ser utilizado sempre. E o motorista tem um papel importante no processo de conscientização sobre essa importância. ”O condutor deve exigir o uso do cinto em todos os passageiros. Isso é de extrema responsabilidade dele. Além de prevenir a multa, ele também promoverá a segurança em uma batida”, explica, acrescentando que ao entrar no carro, o motorista deve colocar o cinto e verificar se os ocupantes estão usando também.

A importância do cinto traseiro
     Solta na parte traseira, a pessoa é projetada para a frente, o que pode ocasionar ferimentos graves tanto nos passageiros de trás quanto nos da frente. Em uma batida a 80 km/h, o impacto de um adulto que pese 70 kg e esteja sem esse dispositivo de segurança é de 5,2 toneladas sobre o banco dianteiro. Um estudo realizado pela Universidade de Tóquio mostrou que 80% das mortes de passageiros na frente poderiam ser evitadas se os ocupantes de trás estivessem com o cinto de segurança.

Educação para o trânsito
     Entre as causas para não se usar o cinto no banco traseiro estão a falta de hábito, o possível desconforto e ideia que os passageiros têm de achar que o dispositivo não está associado à prevenção de riscos. O estudo "Cinto de segurança no banco traseiro do automóvel: por que nós não usamos?", realizado por pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Wilson Nobre, mestre em design e especialista em ergonomia, e Anamaria de Moraes, coordenadora do Laboratório de Ergonomia e Usabilidade da instituição, apontou que o banco de trás promove uma falsa sensação de segurança.
     A coordenadora de Educação para o Trânsito do Detran/PR acredita que com alertas e campanhas, como as desenvolvidas pelo órgão, é possível diminuir o número de mortes em acidentes com pessoas sem o dispositivo. ”A conscientização sobre o uso do cinto de segurança não deve ser só dos motoristas. Os passageiros também devem usá-lo e ter consciência de que a falta do mesmo pode causar sérios danos à saúde”, finaliza.
     Embora o uso do cinto de segurança no carro seja previsto por lei, muitos passageiros e motoristas não dão a devida importância a esse equipamento. Em se tratando dos dispositivos do banco de trás do carro, o problema é ainda maior. Muita gente pensa que não é preciso usar o cinto de segurança na parte traseira porque não há riscos em casos de acidente. Mas esse é um erro grave. O dispositivo serve para proteger a vida dos ocupantes do veículo. Em caso de colisão, o cinto de segurança traseiro impede que o corpo dos passageiros seja projetado para frente, causando impacto sobre o motorista do automóvel e/ou sobre o carona.
     Vale enfatizar que o uso desse dispositivo é obrigatório tanto para ocupantes dos bancos dianteiros quanto para quem está atrás. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, a falta de uso do mesmo é infração grave sujeita à multa de R$ 127,69 e perda de cinco pontos na carteira de habilitação. Conforme o Artigo 65 do texto, a utilização do cinto de segurança para o condutor e os passageiros é obrigatória em todas as vias do território nacional.
     Maria Helena Gusso Mattos, coordenadora de Educação para o Trânsito do Departamento de Trânsito do Paraná, diz que o dispositivo, mesmo que desconfortável para algumas pessoas, deve ser utilizado sempre. E o motorista tem um papel importante no processo de conscientização sobre essa importância.
     O condutor deve exigir o uso do cinto em todos os passageiros. Isso é de extrema responsabilidade dele. Além de prevenir a multa, ele também promoverá a segurança em uma batida. Ao entrar no carro, o motorista deve colocar o cinto e verificar se os ocupantes estão usando também.


A importância do cinto traseiro
     Solta na parte traseira, a pessoa é projetada para a frente, o que pode ocasionar ferimentos graves tanto nos passageiros de trás quanto nos da frente. Em uma batida a 80 km/h, o impacto de um adulto que pese 70 kg e esteja sem esse dispositivo de segurança é de 5,2 toneladas sobre o banco dianteiro. Um estudo realizado pela Universidade de Tóquio mostrou que 80% das mortes de passageiros na frente poderiam ser evitadas se os ocupantes de trás estivessem com o cinto de segurança.

Educação para o trânsito
     Entre as causas para não se usar o cinto no banco traseiro estão a falta de hábito, o possível desconforto e ideia que os passageiros têm de achar que o dispositivo não está associado à prevenção de riscos. O estudo "Cinto de segurança no banco traseiro do automóvel: por que nós não usamos?", realizado por pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, apontou que o banco de trás promove uma falsa sensação de segurança.
     A coordenadora de Educação para o Trânsito do Detran/PR acredita que com alertas e campanhas, como as desenvolvidas pelo órgão, é possível diminuir o número de mortes em acidentes com pessoas sem o dispositivo. A conscientização sobre o uso do cinto de segurança não deve ser só dos motoristas. Os passageiros também devem usá-lo e ter consciência de que a falta do mesmo pode causar sérios danos à saúde.
(Fonte: Dicas Auto Re)

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