quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

NOTÍCIA - APP MAPEIA CRIMES E DEFICIÊNCIAS EM SERVIÇOS PÚBLICOS


Com o objetivo de dar mais voz ao cidadão, o advogado carioca Geovani Santos criou o aplicativo Furtivo. A plataforma funciona como uma rede social colaborativa, onde usuários apontam problemas relacionados à segurança, saúde, transportes, meio ambiente, educação e obras, e têm suas ocorrências levadas até os órgãos competentes.

O Furtivo é baseado em três conceitos: Prevenir, Colaborar e Fiscalizar. O login no aplicativo pode ser feito por meio de conta no Facebook ou Twitter. Através da geolocalização, o sistema abre um mapa da região em que o usuário se encontra e dá a opção de criar uma nova ocorrência ou conferir as que já foram feitas, como buracos em vias públicas, escolas sem professores, assaltos e hospitais com falta de médicos.

A categoria Segurança, por exemplo, abrange cinco problemas, sendo que pessoas desaparecidas, trabalho infantil e roubo e furto são alguns deles. Neste último, o usuário informa como e onde aconteceu o crime. A data e hora da ocorrência são gravadas automaticamente pelo sistema, que possibilita ainda o upload de fotos e comentários para a vítima informar detalhes como marca, cor e placa do veículo.

Como medida de prevenção, toda vez que o usuário se aproximar de uma área de alto risco, o sistema pode ser configurado para enviar uma notificação escrita e sonora para avisá-lo. 

Quando uma nova denúncia é realizada no aplicativo, é enviado um e-mail para os órgãos responsáveis, como Polícia Federal e Ministério Público Federal, por exemplo, para que providências sejam tomadas. Depois de 90 dias do registro da ocorrência, o app gera uma mensagem à vítima para conferir se o problema foi solucionado e, em caso negativo, insistir no caso.

O Furtivo é gratuito e está disponível para dispositivos com o sistema operacional Android. A meta é atingir seis milhões de usuários no País e um milhão de denúncias até a metade de 2015. Também está nos planos do fundador fazer parcerias com revistas, jornais e emissoras de TV e rádio, além de expandir o serviço para outros países que enfrentam problemas similares aos do Brasil.
(Fonte: Leia Já)

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