terça-feira, 30 de dezembro de 2014

POR ONDE ANDA - ÍTALO COUTINHO

Sucesso nos anos 80 e depois no final dos anos 90, o grupo musical Dominó criado por Gugu Liberato liderou as paradas de sucesso. Após a saída de um de seus integrantes o grupo em 1992 voltou com uma nova formação. Ítalo Coutinho estourou no grupo com o single "Sem Compromisso". Após a saída de Ítalo o grupo continuou mas não por muito tempo.

Mas por onde anda Ítalo Coutinho?


Ítalo Coutinho, hoje com 39 anos, mora atualmente em Salvador. Casado, Ítalo volta a mídia com um novo visual e com um repertório de músicas românticas. O Blog Papo entre Mulheres conversou com ele sobre o grupo Dominó, carreira, vida pessoal e projetos futuros. Confira!


Papo entre Mulheres: Quem é Ítalo Coutinho?

Ítalo Coutinho: Um homem iluminado, de sorte abundante e desejos realizados, que busca a paz e o equilíbrio do planeta através de sua colaboração, como partícula viva do universo, à qual coube a função e vocação de ser artista e levar alegria ao seu público.

Papo entre Mulheres: Você tentou uma vaga para ser paquito no programa da Xuxa. O que acha que faltou na época para ser selecionado?

Ítalo Coutinho: Não faltou nada porque eu passei no teste para os paquitos, mas decidi em trabalhar no Grupo Dominó, pois meu talento teria mais destaque!

Papo entre Mulheres: Como foi sua ida para o grupo Dominó?

Ítalo Coutinho: Gravei uma música e um clip para os Paquitos, "Paquidance ", o qual foi visto e aprovado por Gugu Liberato, sendo logo chamado para realizar o teste no Grupo Dominó.

Papo entre Mulheres: Você entrou na segunda fase do grupo Dominó que acabou em 1995. Por que o grupo acabou já que ainda fazia sucesso?

Ítalo Coutinho: Isso não se explica, já que tantos bons grupos terminam assim, como os Beatles, os Rollings Stones, o Queen, o Backstreet Boys, os Menudos, Pink Floyd, Sandy e Júnior, The Police, ABBA... enfim, acho que havia chegado a hora de um novo processo evolutivo para seus integrantes.


Papo entre Mulheres: Após o fim do grupo Dominó você foi morar fora do país para seguir carreira solo. Como foi sua carreira internacional?

Ítalo Coutinho: Comecei na Inglaterra no grupo Brasil Dance, com a bailarina Karina Padilha, que me incentivou a concluir, com graduação superior, um curso de dança clássica e contemporânea. Logo após, mudei-me para a Itália, precisamente em Roma, onde continuei a estudar dança, sendo convidado a trabalhar na Sicília, dominando o cenário artístico de Siracusa e Taormina. Formei minha banda de música latina, cantando solo e dançando por toda a Sicília durante nove anos. Nesse período, fui convidado a participar do grupo francês Badegança, pela BMG francesa, através do compositor Roberto Chaves, realizando, com o mesmo, uma turnê pelo Club Med na África e Europa. Tive, também, a oportunidade de dividir o palco, no México, com a cantora Célia Cruz, cantando Garota de Ipanema. 

Papo entre Mulheres: Após 8 anos você retorna ao Brasil. Por que decidiu voltar?

Ítalo Coutinho: Por causa da morte repentina de meu pai, Carlos Coutinho.

Papo entre Mulheres: Momentos marcantes de Italo Coutinho no Brasil e fora do Brasil?

Ítalo Coutinho: Minha estréia no Grupo dominó e no Carnaval da Bahia. Fora do país, ter feito um show no restaurante da torre Eiffel, em Paris.

Papo entre Mulheres: Por que escolheu morar em Salvador?

Ítalo Coutinho: Não escolhi, todos os caminhos me trouxeram para esta cidade maravilhosa de axé e aceitação humana como jamais visto em outra cidade do Brasil.

Papo entre Mulheres: Seu novo CD “Universitário Sertanejo” é um trabalho bem diferente da época em que cantava no Dominó. Qual o motivo da escolha pelo sertanejo?

Ítalo Coutinho: Na verdade, o sertanejo universitário é um dos estilos musicais que produzo no meu show. Aprendi que o Axé Music baiano reúne todos os ritmos e estilos musicais do mundo todo e esta foi uma homenagem que fiz aos amigos e colegas do centro-sul brasileiro. Também possuo gravações em ritmo de samba-reggae, afro-reggae, forró, merengue, frevo e muitos outros que tragam a participação do público nas pistas de dança. Procuro atualizar e eternizar a música do meu tempo.


Papo entre Mulheres: Como foi assumir para o seu público a sua homoxessualidade?

Ítalo Coutinho: Da forma mais natural possível, pois assim sou perante a minha família e os meus amigos. Nada a esconder.

Papo entre Mulheres: Você sofreu algum tipo de preconceito?

Ítalo Coutinho: Pela minha sexualidade, nunca, mas como nordestino várias vezes em São Paulo.

Papo entre Mulheres: O que o público pode esperar de um show do Italo Coutinho?

Ítalo Coutinho: Muita diversão, com diversidade de estilos. Um momento de descontração e muita emoção, pois promovo a energia positiva e o extrovertimento daqueles que dividem comigo a alegria das minhas apresentações.


Papo entre Mulheres: Como está a imagem do Ítalo Coutinho na mídia atualmente?

Ítalo Coutinho: O Ex-dominó que continua fazendo sucesso, numa pluralidade de trabalhos.

Papo entre Mulheres: Um sonho ainda não realizado.

Ítalo Coutinho: Produzir meu próprio programa de música na tv brasileira, mostrando a riqueza da arte de todo o Brasil, de músicas cantadas apenas em português, nos diversos sotaques, ritmos e expressões somente nossas.

Papo entre Mulheres: Projetos futuros:

Ítalo Coutinho: Fazer o Brasil e o mundo "saírem do chão" com a minha música e a energia que produzo no palco. Essa expressão baiana significa a euforia de quem dança com o coração, extravasando suas emoções com aquilo que lhe dá satisfação e alegria.

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