terça-feira, 8 de março de 2016

JARDINAGEM - COMO MONTAR UMA FLOREIRA


Você tem vontade de ter uma floreira? Saiba que com alguns cuidados dá para montar um espaço cheio de flores em casa. A primeira medida a ser tomada é a escolha do recipiente. Floreiras de plástico têm a vantagem de serem leves e práticas, no entanto, impedem a troca direta de água e ar entre as plantas e o meio ambiente. O modelo mais indicado é o de cerâmica, já que sua porosidade facilita as trocas e não deixa a raiz úmida.

Outro material interessante é o cimento, mas sua estrutura fixa e pesada garante melhor resultado apenas em locais grandes. Caso a ideia seja recorrer a vasos, escolha modelos que tenham furos embaixo e evite pintar os recipientes para não impermeabilizar os materiais.

O próximo passo será escolher entre mudas ou sementes. A vantagem da primeira opção é ter a beleza imediata das flores garantida. O problema é que mudas já floridas duram pouco e seu custo pode ser elevado.

Quem escolhe apostar em sementes ganha com o baixo investimento, mas perde no demorado processo de crescimento da planta. A fase inicial é a mais delicada e, por isso, acaba exigindo o dobro de atenção de quem cultiva. Evite colocar a semente direto na floreira. Faça o plantio em uma bandeja e replante a espécie somente quando houver germinação.

Usar terra adubada (rica em nutrientes como fósforo e potássio) também ajuda no desenvolvimento da planta. Quem tiver composto orgânico em casa pode misturar na terra, sem que haja nada plantado ainda, e aguardar o período de uma semana até o início do plantio. O perigo de usar os alimentos diretamente nos vasos com flores é queimar suas raízes pelo calor gerado no processo de decomposição.


Como escolher a flor?
Outro dilema recorrente na hora de montar a floreira é selecionar as espécies. Algumas plantas florescem o ano todo e acabam sendo as preferidas: érica, alisson (flor-de-mel), onze-horas, gerânio, jasmim-amarelo, flor-de-coral, violeta, azulzinha, cravina, azaleia, rosa, rabo-de-gato, amor-perfeito e begônia. Mas variedades sem flores também podem compor bonitas floreiras, sendo o aspargo, a ripsális pendente, o alecrim e o manjericão as melhores opções.

Um resultado interessante pode ainda ser conseguido ao misturar espécies. O cuidado, entretanto, deve ser redobrado para não deixar uma planta em desvantagem. O ideal é usar flores que exijam a mesma quantidade de luz e de água. Quando as características são muito diferentes, o plantio fica prejudicado. O problema de misturar é que, com o passar do tempo, uma flor toma conta do espaço. Às vezes, a melhor solução é plantar uma espécie rasteira e outra pendente.
(Fonte: IG)

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